Um nit é uma unidade de brilho (candela por metro quadrado, cd/m²). Mais nits significa uma tela mais brilhante, melhorando a visibilidade em ambientes externos e o impacto HDR.
Escala e contexto dos nits: 0 nits: escuridão total. 100 nits: iluminação de escritório interno, fraco para externo. 300 nits: brilho interno típico, visibilidade externa limite. 600 nits: boa visibilidade externa com sol parcial (padrão LCD de escritório). 1000 nits: excelente visibilidade externa (padrão de celular topo de linha para pico/área pequena). 2000 nits: brilho excepcional (picos OLED topo de linha). 3000–4000 nits: tela de cinema/comercial (qualidade de masterização), não um brilho de TV de consumo.
Distinção: pico vs tela cheia. Pico: brilho máximo numa área pequena (10 % da tela, lampejo breve). Os fabricantes citam este (2500 nits de pico no iPhone 15 Pro). Tela cheia: brilho sustentado em toda a tela. Bem mais baixo (~900 nits no mesmo iPhone).
Por que importa: Legibilidade externa: 1000 nits de pico é o limiar prático para ler ao sol. 600 nits em tela cheia bastam normalmente em interior + sol parcial. Impacto HDR: um pico maior mostra altas luzes mais brilhantes, aumentando o contraste percebido. Consumo: o brilho é o maior consumidor de energia. Um brilho excessivo encurta a autonomia.
Masterização padrão: SDR (Standard Dynamic Range): tipicamente 100 nits de pico (apps, web). HDR (High Dynamic Range): 1000 nits de pico (masterização de cinema), HDR prático de TV/celular 1000–4000 nits.
Quando priorizar: uso externo do celular ou ver conteúdo HDR (Dolby Vision, HDR10) — mais nits melhora a visibilidade e o impacto visual. Para navegar em interior, qualquer coisa de 300+ nits serve.